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Concerto de Natal 2025 - Tarde em que a música virou memória

14/12/2025

Foi em uma tarde de domingo que o Bosque 2 Vales deixou de ser apenas paisagem. O sol desceu, a luz se espalhou entre as árvores e o tempo se aquietou. Naquele instante, a Orquestra da Escola de Educação Integral Padre Quinha não apenas tocou. Ela narrou histórias, revelou processos e materializou o tempo.

No centro desse movimento, Arthur Faltz segurou o instrumento com atenção e viveu o concerto como quem compreendeu que aprender ultrapassou a sala de aula. Para ele, a escola representou “um conhecimento novo para a vida”, e a preparação se traduziu em compromisso: “Estudos para apresentar o meu melhor”. O que recebeu naquela tarde, segundo ele, foi “um presente muito especial”, carregado de significado.

Ao seu lado, a experiência também foi coletiva. Alice sentiu o peso bonito de fazer parte de algo maior. Para ela, a Escola Padre Quinha foi “um lugar de união e respeito”. Antes de tocar, buscou equilíbrio e afirmou: “Me acalmar e me consertar em cada detalhe”. O que levou para casa foi, como descreveu, algo “muito útil” para a vida escolar.

Entre expectativas e superações, Anthony levou ao palco o medo e voltou transformado. Ele disse que a escola foi “minha segunda casa, minha segunda família”, e definiu o concerto como “alegria e quebrando o medo”. A preparação foi tensa, mas recompensadora, e o momento final, segundo ele, foi simplesmente magnífico.

Houve quem resumisse tudo em poucas palavras. Alicia explicou sua vivência com simplicidade: para ela, a escola foi “tudo”, e o concerto se explicou em um único sentimento — “amor”. Depois de muitos ensaios, a surpresa daquela tarde foi recebida com entusiasmo.

O mesmo sentimento apareceu em Isabella, que definiu a escola como “felicidade” e o concerto como “divertido”. O esforço dos estudos valeu a pena, e o que ficou foi a leveza de quem participou de algo bom e significativo.

Para Laura, a experiência passou também pelo reconhecimento da diferença. Ela destacou que a Escola Padre Quinha oferece oportunidades que nem todas as escolas têm. O concerto, para ela, foi marcado pela empatia, e o que viveu naquela tarde foi simplesmente incrível.

Outros alunos perceberam o concerto como um caminho. Joaquim, que no início achou difícil aprender todo o repertório, viu o processo se transformar em dedicação. Para ele, a escola é inspiração, e o resultado foi, como disse, bem-sucedido — coroado por uma surpresa inesquecível.

Matheus também sentiu o peso do processo. A preparação foi puxada, mas trouxe tranquilidade ao final. Para ele, a Escola Padre Quinha representou “uma nova oportunidade”, e a experiência daquela tarde foi necessária e transformadora.

Já João Ricardo destacou o ambiente de acolhimento. Ele contou que a escola é “um lugar onde consigo aprender e me sinto bem confortável”. O concerto foi emocionante, resultado de um caminho exigente, mas recompensador.

Entre os adultos, o olhar se ampliou para o projeto como um todo. Bruno enxergou a Escola Padre Quinha como “a construção de um futuro mais criativo, mais artístico, mais pensante e independente”. O concerto, para ele, foi a materialização de sonhos, mesmo em meio a um período desafiador.

Esse cotidiano, vivido dia após dia, também foi percebido por André Lucas, que definiu a escola como “um lugar de aprendizado e inspiração todos os dias”. Para ele, o concerto gerou “satisfação”, fruto de “muitas horas de aulas e dedicação” para que os alunos se sentissem seguros ao se apresentar.

Enquanto os alunos tocaram, os educadores observaram aquilo que não coube na partitura. Felipe Galdino descreveu a escola como “um lugar de muita troca” e viveu o concerto como “comunhão”, resultado de um trabalho cuidadoso que buscou preparar cada aluno para viver o momento com tranquilidade.

Anna Luísa olhou para além daquela tarde. Para ela, a Escola Padre Quinha representou “o ponto de partida para o meu futuro”. O concerto foi “transformação”, e o processo mostrou que “cada dificuldade se tornou um degrau para o crescimento”.

Do outro lado do palco, as famílias acompanharam tudo com o coração atento.

Letícia se emocionou ao ver o filho tocar e resumiu o sentimento: “A cada apresentação é uma nova emoção”. Em casa, percebeu que a música trouxe “mais maturidade, responsabilidade e encantamento”.

Taciana guardou aquela tarde como memória definitiva, definindo o momento como “momentos que ficarão guardados pra sempre”.

Valesca reconheceu no filho algo além da técnica, percebendo “interesse, comprometimento e pertencimento”.

Rosa observou mudanças concretas e afirmou que a orquestra trouxe “mais responsabilidade, maturidade e autoestima”.

Ana Lúcia sentiu “muito orgulho e felicidade” ao perceber que a convivência musical ensinou respeito e coletividade.

Ana Maria notou uma transformação visível e afirmou: “Ele ficou mais calmo, concentrado. A transformação é nítida”.

Ao refletir sobre o sentido daquele momento, o maestro Raphael Muniz explicou: “A Escola Padre Quinha é incrível, proporciona uma educação que conduz o aluno a ser protagonista, gerando confiança e coragem — elementos importantes e necessários para o futuro”.

Para ele, aquele concerto representou mais do que uma apresentação. Representou o momento de colher os frutos de um trabalho plantado desde 2022, quando o projeto de música da escola passou a acontecer em sua totalidade, atendendo do 4º período ao Integral 2. Naquela tarde, o que se ouviu foi o som de um percurso inteiro.

Quando todos foram convidados a definir o que a Escola Padre Quinha representou, uma ideia atravessou as respostas: “Existe uma filosofia, um projeto de sociedade que perpassa o tempo”.

Naquela tarde de domingo, o concerto terminou. Mas o que foi vivido não terminou ali.

Porque a música, na Escola de Educação Integral Padre Quinha, não ficou apenas no palco. Ela se espalhou nos vínculos, se firmou na formação humana e criou raízes na memória de todos que participaram.

E quando o sol se despediu do bosque, ficou claro: o som cessou, mas a educação continuou.

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